terça-feira, 19 de abril de 2011

Uma Prosa Sobre Mim

Às vezes vanglorio-me, às vezes não me agrada ser assim tão eclética. Gosto um pouco de tudo e muito de nada.
Em se tratando de beleza, não sirvo de inspiração para poesia ou canção, com certeza. Entretanto, adoraria compartilhar com Cecília meus versos e com Elis meu canto.
Minha mente está em constante confusão (talvez me pareça com Fernando Pessoa). Dentro e fora de mim falta organização. Além disso tenho a danada preguiça que não permite evidenciar minhas preocupações realistas e a criatividade modernista.
No meu futuro vejo uma incógnita. Com um pé nas ciências e outro nas artes, apenas sei que quero viajar, seja através dos livros, da música, da história ou para onde o mundo me levar – de Moscou a Pequim, de Luanda a Bogotá.
As viagens acredito conduzir-me-ão à busca do meu grande fascínio: o conhecimento. Tanto que queria ter nascido séculos atrás, na era das descobertas e das grandes revoluções. Queria ser uma Iluminista. Porém vivo no agora, sendo assim, por Copérnico e Descartes, só posso sentir-me iluminada.

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